quinta-feira, 16 de março de 2017

Resenha 2017 - 01 (N.º 436 - Ano III)




COROLÁRIO DE TROVAS

OLIVEIRA, Francisco Petrônio Ferreira de – Corolário de Trovas (70 pags.) – Florianópolis (SC): Bookess Editora - 2017

A OBRA: Corolário de Trovas – o primeiro livro de FRANCISCO PETRÔNIO FERREIRA DE OLIVEIRA, tem 70 páginas com 200 trovas, em sua maioria lírico-filosóficas, algumas de humor e ainda outras em homenagens a trovadores. Conforme relata o autor são trovas compostas, quase em sua totalidade, para compor Colares de Trovas em grupos de trovadores do whatsapp.

O AUTOR: Francisco Petrônio Ferreira de Oliveira é poeta, cronista, contista, colunista em 2 blogs (Brasil e Portugal) e trovador. Com centenas de premiações em Concursos Literários (Brasil, Portugal e Itália), tem centenas de participações em antologias, jornais e revistas (gráficos e eletrônicos) e compõe os quadros de agremiações literárias de RS, SP, RJ, ES e BA.

RESUMO: Por tratar-se de uma obra exclusivamente lírica, não há que se ter um prévio entendimento para enternecer-se com algumas de suas passagens. É uma obra de interesse de qualquer pessoa, em qualquer idade e nível de instrução, não requerendo nenhuma erudição para entende-lo e apreciá-lo. Uma característica da trova e, portanto do livro, é ser uma leitura suave, em que o leitor pode lê-lo todo de uma vez ou aos poucos, uma vez que são poemas em quadra (quatro versos), o que torna a leitura um tanto prazerosa.

−Ao encontro do estaleiro!

Ordena meu coração,

navegando o nevoeiro

das brumas desta paixão.



A subjetividade é a máxima do livro, onde o autor propõe uma visão lírica de diversas situações do cotiadiano como o amor, a morte, a busca pela paz, as ilusões e desilusões e um certo grau de religiosidade. A proposta do autor é plenamente atingida, pois seu único objetivo é enternecer.

Velha fazenda querida

infância com liberdade,

meus avós inda com vida,

é assim que vejo a saudade.



Um comentário:

  1. Os escritos do poeta, escritor, cronista, enfim do literato 'Troca Letras' Francisco Petrônio Ferreira, são uma beleza ímpar.

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